"Antes de conhecer a Rodofretex eu trocava apenas um pequeno volume de cartas-frete focando apenas as transportadoras da região.
A Rodofretex me possibilitou ampliar o número de transportadoras com que opero, e o que é melhor, sem risco!"
O transporte rodoviário continua líder absoluto na matriz de transporte de cargas do Brasil, respondendo por 75,46% da receita do setor (IBGE, 2008).
Para desempenhar suas atividades, calcula-se que o setor consuma em torno de 30 bilhões de litros de diesel por ano e que o caminhoneiro autônomo responda por 60% desse volume, ou seja, cerca de 18 bilhões de litros por ano (Gazeta Mercantil, 2007). Trata-se, portanto, de um segmento de mercado de grande relevância para os postos de combustíveis, o que tem motivado alguns postos a oferecerem uma série de serviços e facilidades para atrair os caminhoneiros autônomos.
A prática consagrada no mercado é a transportadora pagar metade do frete no ato do carregamento, utilizando para isto uma carta-frete, e o restante no destino. Ao receber desta maneira, o caminhoneiro tem que procurar um posto que tenha convênio com a transportadora que lhe forneceu a carta-frete.
Sendo assim, ao escolher o posto de combustível em que vai abastecer, o caminhoneiro autônomo que possui uma carta-frete em mãos privilegiará os postos que efetuam a troca de carta-frete, mesmo que isto implique em um custo maior com o diesel. “Com a carta-frete precisamos abastecer nos postos conveniados e com os preços de venda a prazo, não tem como procurar postos em que os preços do óleo estejam mais em conta”, afirma Eduardo da Silva Acunha, caminhoneiro que atua na rota Uruguaiana/Santiago do Chile. (O Carreteiro, 2008).
Mesmo no transporte internacional a utilização da carta-frete é uma prática normal. “Mais de 50% das empresas pagam com carta-frete”, explica Eduardo (O Carreteiro, 2008).
Se aplicarmos este percentual a todo o transporte envolvendo caminhoneiros autônomos no Brasil, chegamos a um mercado de aproximadamente 9 bilhões de litros de diesel.
Ou seja, se o seu posto não efetua a troca de carta-frete, você está abrindo mão de atender a este grande segmento de mercado formado pelos caminhoneiros autônomos que recebem carta-frete. Se, por outro lado, você troca cartas-frete, mas apenas de um pequeno número de transportadoras para incorrer em maiores riscos, também está perdendo vendas para seus concorrentes. Para saber quanto você está perdendo de vendas, avalie o potencial que seu posto tem para troca de carta-frete e subtraia o que você já troca atualmente.
Não seria interessante para seu posto aumentar suas vendas envolvendo a troca de carta-frete, desde que isso não lhe implicasse maiores riscos e necessidades de disponibilidade de caixa?